30 julho 2016

5 personagens que me encantam

Se identificar com personagens não é uma coisa difícil. Muitas vezes acabamos gostando de um seriado, ou até mesmo de um filme, por causa de um personagem em específico. Talvez pelo jeito como fala, talvez por ser engraçado, ou quem sabe irônico, o fato é que sempre vai existir um detalhe que vai chamar nossa atenção. Eu mesmo tenho uma lista imensa de personagens que ganharam o meu coração logo nos primeiros minutos de exibição, isso que nem estou contando com os amores platônicos da literatura, porque aí sim a lista seria infinita. Mas todo mundo têm desses amores, não é? Então, separei alguns dos meus personagens amorzinhos e montei uma lista bem bonita, literalmente.
Augustus Waters. O Gus é aquela pessoa que a gente acaba se apaixonando gradativamente. Ele tem um jeitinho todo dele de encarar a vida que acaba contagiando qualquer pessoa. A sinceridade, a doçura e a energia positiva que carrega são pontos que me cativaram muito rápido. Ele não tem medo da vida, mas tem medo de ser esquecido, mas assim como a Hazel deixa claro, todos nós vamos ser esquecidos um dia, então ele vive e dá vida às pessoas que estão por perto. Augustus Waters é um clichê ambulante. Já quis que ele fosse real, mas hoje não. Eu não teria um dez guardado para superar a perda, mas certamente ele seria um cara pelo qual eu teria um carinho imenso.
Peeta Mellark. O Peeta não me encantou logo de primeira, na verdade ele me incomodava um pouco no começo, sentia como se não precisasse estar ali na história. Só que depois tudo se encaixou. Ele se tornou um dos principais e ganhou o coração de todo mundo. Tem um jeito todo carinhoso de lidar com as outras pessoas, sempre gentil e com palavras aconchegantes, mas ao mesmo tempo também é forte, é corajoso e faz de tudo para ver quem gosta feliz. Ele é gente como a gente e isso é incrível, sendo até possível encontrá-lo em muitas pessoas por aí. Afinal, é tão bom quando conseguimos identificar um personagem que gostamos em alguém.
Dexter Mayhew. Em uma lista clichê, precisava ter um bad boy, não é? O Dex é desapegado, sincero, um tanto quanto egoísta e mesquinho demais, mas é um encanto. Sua personalidade é precária. Ele não cansa de cometer erros ao longo dos anos, sempre pisando na bola com pessoas que fazem de tudo por ele. É aquele tipo de cara que destrói qualquer ponto positivo a seu respeito. É um completo fracasso e demora até finalmente entender o quanto se tornou uma pessoa horrível, só que felizmente consegue se redimir antes que possamos odiá-lo por completo. No fim, mesmo ainda estando em busca da sua própria essência, Dex acaba e tornando um cavalheiro durão.
Jack Dawson. O Jack é o meu amor maior da lista. Provavelmente a euforia constante e a forma como enxerga o mundo ao seu redor são os principais motivos dessa admiração que tenho. Ele foi um dos primeiros personagens que me ganharam, mas não é nada parecido com os outros. Ele tem um jeito bem peculiar, com uma mistura de inocência e êxtase. Não se preocupa muito com o dia de amanhã, na verdade, ele quer mesmo é viver o agora e aproveitar ao máximo cada momento. Ele não tem medo de sentir e muito menos de não sentir. É um garoto livre que está em busca da felicidade e à mercê da sorte. O Jack é o Jack. Até hoje ainda não encontrei um personagem como ele.
Capitão América. É difícil não se apaixonar pelo Steve, certo? Pois eu também não consegui me livrar dessa admiração. Ele é um completo mocinho, desses que não precisa de muita coisa para sair salvando o mundo. Daria sua própria vida pelas pessoas que ama e deixa bem claro o que cada uma delas representa. Ele mergulha de cabeça em tudo que faz e não tem medo das consequências. Um outro pontinho positivo é o ator que o interpreta, que provavelmente foi o grande responsável por esse amor platônico que as pessoas têm pelo personagem. De qualquer forma, o Steve é um cara muito fofo e tenho certeza de que ainda vai conquistar muitos corações por aí.

28 julho 2016

Marcadores de livros personalizados

No dia que estava criando os marcadores para o sorteio, me veio a ideia de disponibilizar alguns aqui no blog também. Já vi muita gente fazendo isso e acabei me encantando pela criatividade. Os marcadores são objetos simples, mas super úteis para quem gosta de um bom livro. Sabemos que as orelhas dos livros servem para marcar as páginas, mas, depois de um tempo, a obra começa a ficar detonada por conta disso. Admito que fazia esse terrorismo, porém quando percebi que meus preciosos estavam todos estragados na lombada e, principalmente, na capa, passei a usar outros meios. Como não gosto de ver meus livros estragados, os marcadores acabam ajudando muito. Algumas frases são minhas, outras são parafraseadas e ainda têm aquelas que peguei de outros autores. Então, cá estou compartilhando alguns que fiz.
Marcador 1 - Marcador 2 - Marcador 3
Caso não tenha uma impressora em casa, pode levá-los até uma gráfica que faça impressões em pequena quantidade. Geralmente o preço é por folha, ou seja, é levado em consideração o tamanho, o modelo e a gramatura escolhida. O preço também varia muito de lugar para lugar, mas não é nada absurdo e acaba valendo a pena, afinal, é uma coisa que dura muito tempo. O ruim mesmo é a cor que fica um pouco diferente na hora da impressão, mas nada grave também.
Marcador 4 - Marcador 5 - Marcador 6
De qualquer forma, espero que esses mimos sejam de grande utilidade, afinal, é sempre bom cuidar dos nossos amados livrinhos para que eles durem e acompanhem nosso dia a dia corrido. Espero, um dia, ainda conseguir inventar alguma coisa simples para que as pessoas finalmente deixem de grifar seus livros com marca-texto, porque além de estragar o conteúdo, convenhamos que fica muito feio. Como uma leitora com problemas de perfeccionismo, confesso que corta meu coração. Mas, enquanto não encontro um termo para isso, tento ajudar com os marcadores mesmo.

25 julho 2016

Das vezes em que não consigo desapegar

Há um tempo atrás, tinha receio de dizer para uma pessoa que sentiria sua falta caso ela desaparecesse da minha vida. Eu guardava o sentimento comigo e seguia em frente, como todas as outras vezes em que fiquei para trás. Fingia que isso não me afetava e, de fato, acabava não afetando tanto assim. Mas hoje não. Eu tenho o costume de me apegar rápido demais, independentemente de quem seja. Me acostumo com a presença, com as manias e até com o jeito de falar. Tenho a audácia de guardar cada detalhe alheio, mas isso me faz um mal imenso. É que eu não sei desapegar. Não sei suportar a ausência de alguém. Agora, por exemplo, sofro com uma crise de ansiedade que sei que não vai passar tão cedo, porque a pior coisa que existe é ver alguém que você gosta indo embora.
Eu até me recupero, quem sabe daqui um tempo nem lembre dessa sensação ruim, mas não esqueço. Acho que desaprendi a organizar as pessoas. Quem passa por mim, por mais que seja por um breve momento, me marca de alguma forma. Até hoje ainda me recordo das manias da minha melhor amiga de infância. Eu não tenho contato com ela já faz alguns longos anos. Ela já não faz mais parte da minha vida, mas a guardo comigo. Guardo as lembranças que tenho. E é assim com todas as outras pessoas que seguiram um caminho diferente. Sinto uma saudade absurda de cada uma delas, mas felizmente compreendo que não se deve suplicar amor nem estadia.

Mas em casos de emergência, eu desabo. Acontece alguma coisa comigo que me faz perder o rumo. O desânimo me encontra e me leva para passear. A verdade é que, quando vejo alguém partir, automaticamente me isolo. Prefiro a solidão. Me entendo melhor com ela por não fazer tantas perguntas. E acho que ela me entende também, porque suporta meus soluços até ver que estou lidando melhor com o fato.

Sei que uma hora as coisas ficam bem, mas eu queria mesmo é que nunca tivessem ficado ruim. Queria mesmo é que as pessoas parassem de ir embora. Queria que elas ficassem. Queria que elas trouxessem uma barraca grande e fizessem morada. Sem cobranças. Queria que elas soubessem, ou ao menos entendessem, o quanto significam para mim. Queria significar tudo isso para elas também. Talvez assim poupassem tempo em outras estações. Mas dizem que querer não é poder, certo? Então tudo bem. Aprendi a ser sincera com aquilo que sinto. Sei que cada pessoa entende o quanto é indispensável para mim. Mas sei também que algumas não ligam muito para isso. Sem problemas. Um dia aprendo a lidar com a saudade, por mais que queira a presença.
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